Aluno da Casa Pia confessa que MENTIU acerca de Carlos Cruz

Uma das testemunhas mais importantes e "credíveis" do processo Casa Pia deixa a sua confissão em vídeo na qual revela ter mentido sobre Carlos Cruz, e durante a entrevista é apanhado a dizer várias outras mentiras!


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Pedro Custódio teve sob protecção policial durante 2 anos e foi uma das principais testemunhas no caso que abalou o país por envolver algumas das figuras mais enigmáticas da nossa “praça”, nomeadamente o conhecido e até então acarinhado por todos, o apresentador Carlos Cruz. Num artigo de 2010 da Euronews podia ler-se o mesmo a dizer que “Quero que a justiça seja feita, já se brincou muito com as vítimas. Dão mais apoio aos arguidos do que a nós, testemunhas”, na entrevista veio desmentir tudo!

Pedro Custódio foi entrevistado pelo jornalista Carlos Tomás, e mais tarde, peritos do Instituto de Medicina Legal que sempre acreditaram que ele estivesse a dizer a verdade durante o processo, agora já dizem que pode não ser bem assim. Uma das testemunhas principais do processo admite publicamente que mentiu, e isso dá para perceber bem em determinados momentos da entrevista.

Quem teve a ideia de o entrevistar?

Foi ele mesmo que quis ser entrevistado. Ligou-me diversas vezes para me encontrar com ele em Aveiras de Cima onde diz que reside, mas como nunca fui, ele acabou por vir ter comigo. Marquei um dia e ele apareceu.

Ele sabia que a entrevista estava a ser gravada?

Sim, ele sabia de tudo e concordou dar-me a entrevista enquanto era filmado pelo jornalista Tiago Cardoso Pinto.

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Quais achas que foram os motivos que o levaram a mentir?

Na minha opinião, os mesmos motivos de todas as alegadas vítimas no processo…dinheiro! O processo já tem anos e até hoje nada se apurou, não se chegou a provar a existência de nenhuma rede, nada…entretanto algumas testemunhas como Pedro Custódio receberam indemnizações de 50.000€, ainda o processo estava a ser averiguado. A bem dizer bastou deporem contra os arguidos em tribunal.

Ele cobrou alguma coisa pela entrevista?

Sim, concordámos um valor que ele iria receber, e eu paguei. Nas várias entrevistas que fiz a todos os envolvidos paguei várias coisas, almoços, cafés, bolos, etc…ao Ilídio Marques paguei vários pastéis de nata, ao Carlos Silvino cheguei a pagar-lhe as compras do supermercado e medicamentos, pois esse, assim que foi condenado o Ministério Público deixou-o ao abandono, estava doente e com fome. Eu como ser humano não podia deixar outra pessoa com fome e falta de medicamentos.

Carlos Silvino agora está melhor, ao menos não lhe falta comida e medicação, as nossas autoridades fizeram dele um instrumento para condenar pessoas inocentes, e depois deixaram-no ao abandono. É uma forma muito má de fazer “justiça”, se lhe podemos chamar isso.

Acusaram-te de o comprares? Quanto gastaste em advogados?

Ele disse que eu o abordei na Baixa de Lisboa e lhe dei um cheque de 15 mil euros para que ele contasse na entrevista uma versão diferente do seu depoimento em tribunal. Mais, disse à polícia que ficou indignado e que rasgou o cheque, e que era por isso que não o tinha na sua posse.

Nem precisei de advogado, porque consegui provar à PSP que naquele dia estava num local diferente. Estava numa reunião com várias pessoas na Paróquia de Massamá a fazer os preparativos para a primeira comunhão da minha filha. A PSP perante os factos pediu ao MP que arquivasse o processo.

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O que eu gastei foi pouco mais de 80€ em deslocações à esquadra do Calvário, e as dores de cabeça, mas isso não é o que me irrita…isso eu já esqueci. O pior de tudo é que estas pessoas inventaram uma história, nada foi provado, e ainda existem pessoas a cumprir pena de prisão por causa disso. O que eu quero é que os juízes envolvidos ponham os olhos nestas “testemunhas credíveis”.

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