Pai casou com a filha de 16 meses quando soube que ela tinha Apenas 2 dias Vida!

Andy Barnard de 31 anos é militar na RAF(Royal Air Force), no 27º esquadrão, e um dos seus maiores desejos era poder proporcionar à sua filha, na devida altura, um casamento digno de uma princesa. Tragicamente esse dia não chegará, pois a pequena Poppy-Mai de apenas 16 meses, foi diagnosticada com um raro e maligno tumor, e foram-lhe dados apenas 2 dias de vida!


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Foi então que os seus colegas na RAF arranjaram um “casamento” improvisado para a pequena princesa Poppy-Mai, que casou com o seu pai numa cerimónia simbólica. Poppy-Mai foi levada para a cerimónia pela sua mãe Sammi Barnard de 29 anos, e pelos irmãos, Rylee de 6 anos, e Jenson–Jay de 4.

Andy disse: “por momentos pude olhar para a Poppy-Mai e ver a pequena menina a quem eu prometi que um dia iria proporcionar o casamento dos seus sonhos, nunca pensei que este dia viesse a ser desta forma”.

No dia 14 de Fevereiro a mãe, Sammi, tinha levado a pequena Poppy-Mai ao médico. Ela era normalmente irrequieta e brincalhona, mas nesse dia estava sem apetite nenhum, e com a barriga dilatada. A mãe também reparou que ela custava a equilibrar-se.

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No hospital diagnosticaram que deveria ser do crescimento dos dentes, e receitaram-lhe um laxante. Ela foi ficando cada vez pior, e a mãe começou a reparar num inchaço na sua caixa toráxica. Poppy-Mai recusava toda a comida e água, e não conseguia andar, Sammi levou-a de novo ao médico.

Um médico diferente receitou-lhe um laxante ainda mais forte. Mas na tarde seguinte, dia 25 de Fevereiro, Sammi estava tão preocupada com a saúde da sua filha que levou-a novamente ao hospital. A pequena que tinha agora começado a vomitar, foi admitida de imediato, e os médicos lutavam para estabilizá-la.

Só mais tarde nesse dia um ultrasom revelou o que aparentava ser uma enorme massa no seu estômago. Sammi disse “o médico mandou-me sentar e disse, você sabe que isto é bem pior que uma diarreia não sabe, eu abanei a cabeça a concordar, mas quando me disseram que suspeitavam de cancro fiquei em choque”.

Foi nessa altura que ela teve mesmo de ligar ao marido, e as chefias arranjaram forma de ele ser transportado de avião para perto da sua família, e da sua filhota, que ia agora ser transferida para um hospital de Cambridge.

Ela estava radiante por ver o seu pai de novo, mas as más notícias não tardaram a ser reveladas, uma ecografia revelou que a a enorme massa tinha rebentado, e que o cancro tinha começado a espalhar-se já para os pulmões da pequena.

A partir daí iniciou-se uma longa batalha de 4 semanas de tratamentos agressivos, numa tentativa quase desesperada de tentar evitar o impossível, “mas tínhamos muita esperança, e íamos fazer tudo para a salvar”, disse Sammi.

Os médicos diagnosticaram um tumor maligno rabdóide nos rins e pulmões de Poppy-Mai, uma condição muito rara e agressiva. O tratamento poderia prolongar a sua vida algumas semanas no máximo…mas foi nessa altura que os pais disseram “basta”.

“Quando os médicos disseram que isso significava mais quimioterapia e efeitos secundários dolorosos para ela, dissemos não. Não podíamos submetê-la a mais sofrimento, até porque isso não iria fazer diferença nenhuma no final, em vez disso dissemos que a levaríamos para casa, para aproveitarmos o pouco tempo que nos restava na sua companhia.”

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