Santa Casa RECUSA pagar prémio de 5000€ a uma vencedora na “Raspadinha”, o motivo é INSÓLITO!

Isto só podia acontecer em Portugal mesmo! O motivo que a Santa Casa encontrou para se "esquivar" ao pagamento da "raspadinha" premiada a esta vencedora, é no mínimo…ridículo! Pior, sendo a Santa Casa um organismo ligado ao Estado Português, não existe propriamente um regulador que controle o monopólio abusivo por parte desta instituição no que ao jogo diz respeito.


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O caso seguinte é um claro exemplo do que estamos a falar, mas existem mais casos insólitos como este, mas como os valores costumam ser menores, nunca dão em nada…!

celia

Célia Esteves tem 41 anos e reside em Vila Verde. Em Maio passado comprou uma raspadinha que mais tarde verificou que tinha prémio. Até agora o caso tem-se arrastado, e ainda não recebeu o prémio! Por infortúnio, o boletim tinha um pequeno rasgo de 2cm no cartão, o que segundo a Santa Casa serve de justificação para não efectuarem o pagamento.

Isto é surreal, pois como é do conhecimento de todos existem vários sistemas de controlo nos boletins tais como códigos de barras, dígitos aleatórios, entre outros…que permitiriam à instituição saber se o boletim era ou não verdadeiro, mas como se trata de pagar 5000€…toca a fugir!

“Irei até às últimas consequências”, afirmou Célia Esteves ao jornal “Minho”. “Fiquei muito contente quando vi que tinha o prémio”, desabafou Célia, funcionária de uma óptica, que viu a sua alegria desvanecer rapidamente quando se deslocou ao Porto para receber o prémio e lhe disseram que não o iria receber, devido ao rasgo de 2 centímetros.

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Outro caso recente uma senhora premiada(que preferiu manter o anonimato) também ficou “a arder” com o dinheiro, bem menos é verdade…eram apenas 400€, mas o caso não deixou de ser também pouco claro: A senhora comprou a raspadinha e nesse dia foi hospitalizada, esteve internada cerca de 1 mês e quando teve alta chegou a casa e verificou que tinha sido premiada com 400€, ao tentar levantar o prémio foi informada que o boletim tinha expirado o prazo de validade, apesar de esse mesmo prazo não estar definido em lado nenhum!

Neste outro caso a lesada, devido ao baixo valor, decidiu não apresentar queixa. Já Célia Esteves afirma que vai mesmo avançar com um processo contra a Santa Casa, e nós estamos a torcer para que ganhe!

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