Última Hora: Avião da TAP faz Aterragem de Emergência por Falta de Combustível

O mundo ficou em choque no passado dia 29 de Novembro aquando da tragédia com o avião que transportava a equipa do Chapecoense, mas pelos vistos nem isso serviu de lição para muitas companhias aéreas!


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Um avião da TAP que fazia o vôo de ligação entre o Funchal e Porto solicitou ontem que lhe fosse concedida uma pista para efectuar uma aterragem de emergência no Aeroporto de Compostela, em Espanha. Os primeiros dados da investigação que já está a decorrer apontam para que as causas da aterragem de emergência tenham a ver com a falta de combustível na aeronave!

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A Comissão de Investigação da Aviação Civil em declarações à imprensa afirmou que o avião terá partido do Funchal com o combustível num nível abaixo do que seria aceitável para o vôo em questão.

Quando o avião da TAP se aproximou de Espanha, mas concretamente perto de Santiago de Compostela, contactou a torre de controlo do aeroporto declarando um “MayDay”(termo internacional de emergência aérea) por falta de combustível, pois pelas previsões dos pilotos a aterragem seria feita com uma quantidade de combustível abaixo do estabelecido no plano de vôo, e que seriam os 989 quilogramas de reserva(quantidade que até pode parecer muita, mas que num avião se esgota rapidamente).

A TAP em declarações à imprensa afirma que foram cumpridos os protocolos internacionais, e que a segurança do vôo nunca foi colocada em causa “os pilotos actuaram de forma exemplar, e em nenhum momento foi posta em causa a segurança do vôo, que aliás transportava mais combustível do que é estipulado pelos protocolos e regras de vôo internacionais em vigor”.

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Segundo a mesma fonte da TAP o pedido só foi feito, por ser “obrigatório fazê-lo sempre que um vôo tenha de aterrar com combustível abaixo do nível que seria necessário para voar durante mais 30 minutos”. O plano de vôo previa uma aterragem no Porto que não foi possível dadas as más condições meteorológicas, tendo o avião seguido para Vigo, onde também não lhe foi dada autorização para aterrar por estar completo, ao chegarem perto de Compostela e por terem combustível para menos de 30 minutos no ar, teve de ser lançado o alerta, sendo que ainda podiam voar cerca de 29 minutos.

Num sítio onde não existem bermas para encostar em caso de falta de combustível, não seria melhor jogar pelo seguro? É verdade que quanto menos um avião pesar, menos combustível irá gastar, mas a que custo?(lembre-se da tragédia que falámos no início deste artigo) Quer-nos parecer que as companhias aéreas andam a poupar onde não devem!

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